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20 de abr de 2012

COM A CABEÇA NAS NUVENS

Mais que garantir uma boa noite de sono, o travesseiro certo pode até evitar dores musculares. Confira a análise de cada modelo e escolha o seu.
 
ERVAS - Contém em seu interior ervas que podem melhorar a qualidade do sono. Bastante utilizado pelos adeptos da aromaterapia. Não é indicado para pessoas alérgicas. O modelo Erva-Doce, da Nas Nuvens, é recheado com ervas importadas sem aditivo químico. Possui ação calmante e sedativa. R$ 152,90 no Submarino.com
ESPUMA LÁTEX - Material bastante confortável com apoio adequado para todas as posições de dormir. Possui tratamento antiácaro e tem estrutura perfurada que favorece a ventilação. Por ser de látex, distribui o peso da cabeça proporcionalmente. R$ 159 da Copespuma, no Walmart.
PLUMAS E PENAS DE GANSO - É o tipo mais macio e leve de travesseiro. Se adapta facilmente ao formato da cabeça, mas não possui estrutura para alinhar a cervical com o tronco na posição lateral de dormir. Também é o tipo que mais acumula ácaros, fungos e bactérias. R$ 229,90 na Americanas.com
FLOCOS DE ESPUMA - Bastante macio, devido aos espaços vazios entre as espumas. Porém, os flocos soltos podem se descolar e ficar acumulados nas extremidades. R$ 14 na Copel Colchões.
 ESPUMA VISCOELÁSTICA OU "ESPUMA DA NASA" - É o tipo mais moderno disponível no mercado. Adapta-se ao contorno e à temperatura do corpo, favorece a circulação e previne dores musculares. Possui também maior capacidade de absorção do peso e distribuição equalizada da pressão sobre o corpo. R$ 29,90 no Magazine Luiza.
FIBRA E MICROFIBRA - Feita com pluma sintética de poliéster siliconada. O material é bem flexível, porém pode causar alergias e gerar calor excessivo. R$ 12,99 na First Class.
ESPUMA COMPACTA OU POLIURETANO - É pouco macio e não cede ao peso da cabeça. Por este motivo, a altura do travesseiro não varia durante o uso. Mais indicado para funções especificas como, por exemplo, em caso de problemas de circulação e refluxo. R$ 129, da Duoflex, na Rose Cris Enxovais.

MANUTENÇÃO
A gerente de markerting da Duoflex, Renata Federighi, dá dicas espertas para conservar e cuidar adequadamente do seu travesseiro.

Companhias indesejadas - Um modelo sem proteção antimicrobiana, com apenas seis meses de uso, já contém cerca de 300 mil ácaros. O tempo ideal para a troca é de dois a três anos.
Ventinho bom - Para conservá-lo, não se esqueça de mantê-lo ventilado! Faça isso semanalmente, com o travesseiro protegido por uma fronha e sempre com luz indireta.
Sombra fresca - Na contramão do que as pessoas pensam, a exposição do travesseiro ao Sol acentua a proliferação de ácaros, fungos e bactérias que estão no interior da peça.
Siga as ordens - A lavagem só é recomendada se o fabricante der as instruções na etiqueta.
Você pode precisar - Recorte e guarde as indicações de uso e conservação da embalagem.
Seu peso conta - Para escolher o modelo ideal, leve em consideração seu peso e altura. Os mais altos e pesados podem investir no modelo de látex, que exerce pressão contrária à cabeça, alinhando assim a cervical. Para os mais leves, o travesseiro de espuma viscoelástica é perfeito!

(Análise travesseiros , Ilustrações, Gabriel Fraga; Decorar Mais por Menos nº 14; preços consultados em novembro de 2011 e sujeitos a alteração e estoque).

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